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As 5 chaves para colocar suas finanças pessoais em ordem

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Embora já estejamos no mês de Abril, nunca é tarde para definir algum tempo de plano para organizar melhor as finanças da nossa casa.

Enfrentar um planejamento adequado das finanças pessoais para este 2022 ajudaria a reverter os erros cometidos e melhorar a estabilidade econômica no futuro.

Por trás de muitos problemas financeiros, a pergunta chave que deve ser feita é como se podem evitar comportamentos que prejudiquem a estabilidade econômica pessoal e como incorporar novos hábitos que ajudem a melhorá-la a médio e longo prazo. Vamos a isso?

Que novos hábitos podem ser aplicados para melhorar as finanças?

  1. Reveja como estavam as finanças no ano passado

Definir metas financeiras é importante, mas primeiro você precisa saber onde está. Fazer uma análise de como estavam as finanças do ano anterior permite entender que tipo de comportamento você teve e a partir daí você pode traçar um plano para o ano novo.

Neste contexto, as poupanças e as dívidas pendentes terão de ser revistas. Embora avaliar a situação possa ser estressante, saber disso nos permitirá estabelecer metas realistas para 2022.

2. Faça um orçamento

O orçamento é a principal ferramenta para que as finanças pessoais tenham ordem. Se você não sabe quanto ganha e quanto gasta, fica muito difícil manter um controle saudável e entender para onde vai o dinheiro.

O orçamento deve ser diário no início, dizem especialistas, para que você possa assumir rapidamente o controle das finanças. E repita por 21 dias, pois nesse período se tornará um hábito e depois poderá se manter ao longo do tempo.

Depois, o orçamento pode se tornar mensal e, uma vez dominado, você pode começar a planejar com base se as metas são de curto, médio ou longo prazo.

Como fazer um orçamento?

  • Faça uma lista com o salário líquido que entra na conta depois de ter feito todas as deduções, como impostos, serviço social, etc.
  • Ganhos: registre separadamente a renda extra que não vem apenas da fonte de trabalho.
  • Despesas: anote as coisas em que o dinheiro é usado. É importante considerar todas as despesas, incluindo tudo, desde aluguel, serviços públicos e seguros de carro até contas médicas, compras de farmácia, compras de alimentos, etc.

Obviamente não podemos esquecer dos serviços básicos obrigatórios como os da água, telefone, gás e claro, o serviço mais caro de forma geral, a conta da energia.

Vivemos tempos um pouco mais complicados, pelo que saiba que não apenas no campo financeiro devemos criar hábitos.

Em casa suas ações também terão impacto nas finanças, e o principalmente que deve fazer é economizar em tudo o que puder.

Se não sabe por onde começar, aconselhamos algumas dicas para gastar menos energia e baixar os custos. Tendo em conta o número de horas que temos no nosso país, saiba que ter energia solar produzida por painéis, pode ser muito vantajoso para se livrar para sempre das faturas de energia.

Este tipo de cuidado pode e deve ser aplicado também na água (usar apenas a necessária e reutilizá-la sempre que possível).

No caso do telefone e internet, deve consultar as tarifas disponíveis e saber se a sua é a melhor ou não. O mercado tem ao seu dispor vários planos para que se ajuste às suas necessidades.

Fazer um orçamento exige certa perseverança na hora de anotar as despesas, se o objetivo é fazê-lo funcionar.

3. Liquidar as dívidas

Devido à pandemia e suas restrições, o número de devedores com graves atrasos nos pagamentos aumentou acentuadamente. E agora essas pessoas enfrentam o difícil desafio de colocar suas contas em ordem.

Fazer um plano para se tornar livre de dívidas ajudará a reduzir os riscos financeiros. Além disso, é o primeiro passo para evitar chegar ao final do mês com contas tão apertadas. Aqui estão algumas estratégias para começar a liquidá-las:

  • Faça um inventário das dívidas contraídas. Tenha um registro claro a quem deve é importante: Quanto deve; a qual taxa de juros efetiva e por qual prazo.
  • Organize as dívidas em ordem de dificuldade. Calcule os juros proporcionais ao valor total da parcela de cada uma das dívidas. Em seguida, organize-os com a porcentagem mais alta no topo e desça até a porcentagem mais baixa. O objetivo é dar prioridade às dívidas com maior percentual de juros.
  • Usar o método do menor para o maior. Consiste em organizar as dívidas dessa maneira e depois tentar pagá-las nessa ordem. É importante respeitar as parcelas de todas as dívidas e fazer um plano fixo de pagamento extraordinário. Quando uma dívida é paga, você deve somar o valor fixo que lhe foi destinado, mais o valor da sua parcela. Como resultado, será obtido um valor maior, que deverá ser aplicado na próxima dívida da lista. E assim por diante.
  • Consolidar dívidas. Se a renda não for suficiente para pagar várias dívidas, talvez seja melhor fazer um novo empréstimo para zerar tudo. Para começar, você terá que somar o total devido. E solicite um empréstimo em um banco por esse valor. Se esse tipo de crédito for obtido com juros menores e prazo conveniente, pode trazer grande alívio para a economia doméstica.

4. Faça um fundo de emergência ou aposentadoria

Uma vez que as dicas acima tenham sido aplicadas, você pode começar a trabalhar para evitar a repetição de erros do passado. Nesse sentido, uma recomendação fundamental é gerar um fundo de emergência. A primeira coisa será anotar as despesas fixas essenciais, que também o ajudarão a prestar atenção no que você está gastando mais dinheiro.

Um método que pode ajudar a gerar economia a longo prazo ou a se preparar para imprevistos é a conhecida regra financeira de 50/30/20.

Basicamente, da 100% da renda mensal, você terá que reservar 50% para necessidades básicas, 20% para poupança e 30% para lazer.

Essa fórmula significa que a porcentagem de economia que deve ser atendida a cada mês é levada em consideração. Essa quantia de dinheiro será reservada desde o início e todos os esforços serão feitos para não tocá-la.

Outra opção poderia ser destinar 20% para a poupança, 10% para um fundo de aposentadoria e escolher entre as opções oferecidas pelo mercado para que esse dinheiro seja valorizado.

A porcentagem de economia não deve ser tocada, a menos que seja muito necessário ou surja uma emergência, e se a pessoa estiver trabalhando ativamente. Já que a ideia é que, ao se aposentar, essas economias lhe permitam manter uma qualidade de vida semelhante.

5. Invista para gerar renda extra

Tomar a decisão de investir na Bolsa de Valores pode ser intimidante para quem tem pouca ou nenhuma experiência. Mas deixar o medo impedir você de fazer isso pode ser um grande erro. Muitas pessoas assumem que você deve ter muito dinheiro e conhecimento, mas isso não é bem assim.

Basta ser prudente e se informar sobre o assunto para poder aproveitar essa alternativa, com a qual você pode obter lucros e evitar que o dinheiro economizado seja desvalorizado pela inflação.

Diferentes objetivos levarão a diferentes estratégias e horizontes de tempo. Por exemplo, se o objetivo é economizar para entrar em uma casa nova, provavelmente levará muito menos tempo do que economizar para a aposentadoria.

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